domingo, 26 de junho de 2011

Crianças do Novo Mundo...


As nossas crianças não brincam mais de roda, e nem de policia e ladrão
Suas emoções não são mais embaladas por cantigas
Seus sorrisos não tem mais tanta alegria
E quem se importa, pois elas continuam sendo crianças
Um dia, rapidamente crescerão e nossa culpa chegará ao fim

O que aprenderão na escola? Já não possuem tanto tempo assim
Que deveres serão mais importantes? Seus pais assim os decidirão
Que Deus lhes foi apresentado? Os anjos junto a eles estarão?
Devem estar conformados, Seus pais disseram que já sofreram assim!


Porque reagem assim? Crianças, não tenham medo de mim
O que tenho a oferecer, é pouco carinho e pouco amor
Foi tudo o que deram para mim
Preciso viver bem depressa, e esquecer o rancor



Como salvar o pensamento, que está se construindo
Redirecionar o destino, antes que chegue o fim
Enfrentar estes monstros que estão ocultos
E a infância à humanidade harmonizar

quarta-feira, 22 de junho de 2011

A rebeldia dos jovens que nos faz tanta falta

Blog do Emir Sader, sociólogo e cientista, mestre em filosofia política e doutor em ciência política pela USP - Universidade de São Paulo 22/06/2011

Entre tantas frases estimulantes e provocadoras que as rebeliões populares no mundo árabe e agora na Europa, essencialmente protagonizada por jovens, fizeram ecoar pelo mundo afora, a que mais nos incomoda – com toda razão – é aquela que diz: “E quando os jovens saíram às ruas, todos os partidos pareceram velhos.”
Aí nos demos conta – se ainda não tínhamos nos dado – da imensa ausência da juventude na vida política brasileira. O fenômeno é ainda mais contrastante, porque temos governos com enorme apoio popular, que indiscutivelmente tornaram o Brasil um país melhor, menos injusto, elevaram nossa auto estima, resgataram o papel da política e do Estado.
Mas e os jovens nisso tudo? Onde estão? O que pensam do governo Lula e da sua indiscutível liderança? Por que se situaram muito mais com a Marina no primeiro turno do que com a Dilma (mesmo se tivessem votado, em grande medida, nesta no segundo turno, em parte por medo do retrocesso que significava o Serra)?
A idade considerada de juventude é caracterizada pela disponibilidade para os sonhos, as utopias, a rejeição do velho mundo, dos clichês, dos comportamentos vinculados à corrupção, da defesa mesquinha dos pequenos interesses privados. No Brasil tivemos a geração da resistência à ditadura e aquela da transição democrática, seguida pela que resistiu ao neoliberalismo dos anos 90 e que encontrou nos ideais do Fórum Social Mundial de construção do “outro mundo possível” seu espaço privilegiado.
Desde então dois movimentos concorreram para seu esgotamento: o FSM foi se esvaziando, controlado pelas ONGs, que se negaram à construção de alternativas, enquanto governos latino-americanos se puseram concretamente na construção de alternativas ao neoliberalismo; e os partidos de esquerda - incluídos os protagonistas destas novas alternativas na América Latina -, envelheceram, desgastaram suas imagens no tradicional jogo parlamentar e governamental, não souberam renovar-se e hoje estão totalmente distanciados da juventude.
Quando alguém desses partidos tradicionais – mesmo os de esquerda – falam de “politicas para a juventude”, mencionam escolas técnicas, possibilidades de emprego e outras medidas de caráter econômico-social, de cunho objetivo, sem se dar conta que jovem é subjetividade, é sonho, é desafio de assaltar o céu, de construir sociedades de liberdade, de luta pela emancipação de todos.
O governo brasileiro não aquilata os danos que causam a sua imagem diante dos jovens, episódios como a tolerância com a promiscuidade entre interesses privados e públicos de Palocci, ou ter e manter uma ministra da Cultura que, literalmente, odeia a internet, e corta assim qualquer possibilidade de diálogo com a juventude – além de todos os retrocessos nas políticas culturais, que tinham aberto canais concretos de trabalho com a juventude. Não aquilata como a falta de discurso e de diálogo com os jovens distancia o governo das novas gerações. (Com quantos grupos de pessoas da sociedade a Dilma já se reuniu e não se conhece grandes encontros com jovens, por exemplo?)
Perdendo conexão com os jovens, os partidos envelhecem, perdem importância, se burocratizam, buscam a população apenas nos processos eleitorais, perdem dinamismo, criatividade e capacidade de mobilização. E o governo se limita a medidas de caráter econômico e social – que beneficiam também aos jovens, mas nãos os tocam na sua especificidade de jovens. Até pouco tempo, as rádios comunitárias – uma das formas locais de expressão dos jovens das comunidades – não somente não eram incentivadas e apoiadas, como eram – e em parte ainda são – reprimidas.
A presença dos jovens na vida publica está em outro lugar, a que nem os partidos nem o governo chegam: as redes alternativas da internet, que convocaram as marchas da liberdade, da luta pelo direito das “pessoas diferenciadas” em Higienópolis, em São Paulo, nas mobilizações contra as distintas expressões da homofobia, e em tantas outras manifestações, que passam longe dos canais tradicionais dos partidos e do governo.
Mesmo um governo popular como o do Lula não conseguiu convocar idealmente a juventude para a construção do “outro mundo possível”. Um dos seus méritos foi o realismo, o pragmatismo com que conseguiu partir da herança recebida e avançar na construção de alternativas de politica social, de politica externa, de politicas sociais e outras. Os jovens, consultados, provavelmente estarão a favor dessas politicas.
Mas as mentes e os corações dos jovens estão prioritariamente em outros lugares: nas questões ecológicas (em que, mais além de ter razão ou não, o governo tem sistematicamente perdido o debate de idéias na opinião pública), nas liberdades de exercício da diversidade sexual, nas marchas da liberdade, na liberdade de expressão na internet, na descriminalização das drogas leves, nos temas culturais, entre outros temas, que estão longe das prioridades governamentais e partidárias.
Este governo e os partidos populares ainda tem uma oportunidade de retomar diálogos com os jovens, mas para isso tem assumir como prioritários temas como os ecológicos, os culturais, os das redes alternativas, os da libertação nos comportamentos – sexuais, de drogas, entre outros. Tem que se livrar dos estilos não transparentes de comportamento, não podem conciliar nem um minuto com atitudes que violam a ética publica, tem que falar aos jovens, mas acima de tudo ouvi-los, deixá-los falar. Com a consciência de que eles são o futuro do Brasil. Construiremos esse futuro com eles ou será um futuro triste, cinzento, sem a alegria e os sonhos da juventude brasileiraPostado por Emir Sader às 05:06

Lei Maria da Penha Nº 11.340, DE 7 DE AGOSTO DE 2006.

Cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher, nos termos do § 8o do art. 226 da Constituição Federal, da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres e da Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher; dispõe sobre a criação dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher; altera o Código de Processo Penal, o Código Penal e a Lei de Execução Penal; e dá outras providências


No dia 07 de agosto de 2006 foi sancionada pelo Presidente da República a
Lei 11.340/06 – a Lei Maria da Penha* . Esta publicação que ora colocamos
a sua disposição tem por objetivo divulgar o texto da Lei de forma que cada
brasileira e cada brasileiro possa, no exercício de seus direitos de cidadã e
cidadão, zelar para sua plena aplicação.
Foram muitos anos lutando para que as mulheres pudessem dispor deste
instrumento legal e para que o Estado brasileiro passasse a enxergar a violência
doméstica e familiar contra a mulher.
“Quem ama não mata”, “Em briga de marido e mulher, vamos meter a
colher”, “Homem que é homem não bate em mulher”, “Toda mulher tem
direito a uma vida livre de violência”, “Sua vida recomeça quando a violência
termina”, “Onde tem violência todo mundo perde”. Foram muitos os slogans
utilizados nas campanhas que trouxeram para o espaço público aquilo que
se teimava em dizer que deveria ser resolvido entre as quatro paredes do lar.
Quantas mulheres carregaram consigo a culpa por serem vítimas de violência
por anos a fio? A quantos silêncios elas teriam se submetido? Quanta violência
não foi justificada nos tribunais pela “defesa da honra” masculina?
Não são poucas as mudanças que a Lei Maria da Penha estabelece, tanto na
tipificação dos crimes de violência contra a mulher, quanto nos procedimentos


* Maria da Penha protagonizou um caso simbólico de violência doméstica e familiar contra a mulher. Em
1983, por duas vezes, seu marido tentou assassiná-la. Na primeira vez por arma de fogo e na segunda por
eletrocussão e afogamento. As tentativas de homicídio resultaram em lesões irreversíveis à sua saúde,
como paraplegia e outras seqüelas.  Maria da Penha transformou dor em luta, tragédia em solidariedade.
À sua luta e a de tantas outras devemos os avanços que pudemos obter nestes últimos vinte anos.







Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social
          
Secretaria de Políticas para as Mulheres - SPM RS



Secretaria de Políticas para as Mulheres do Governo do Estado do Rio Grande do Sul (SPM-RS) foi criada através da Lei nº. 13.601. (Diário Oficial - 1º de janeiro de 2011 - Art. 40, Seção XI, pág. 7)

MISSÃO
Atuar nos programas de governo, visando à promoção dos direitos da mulher para a eliminação das discriminações que as atingem, bem como à sua plena integração social, política, econômica e cultural. 

                      EIXOS CONSTITUINTES
• Geração de trabalho e renda e autonomia financeira
• Enfrentamento à violência contra a mulher
• Empoderamento, cidadania e participação política
• Programas transversais por secretarias afins



                        E-mail: gabinete@spm.rs.gov.br


                                               Av. Borges de Medeiros, 1501 - 9º andar
                                     Fone: (55) (51) 3288.6739 3288-6735    Fax: (51) 3288-6745   
                                     Horário de atendimento: das 8h30min às 12h 
                                     e das 13h30min às 18h de segunda à sexta.                                
                                     Porto Alegre - RS. CEP: 90.119- 900 
  



                                                Delegacia da Mulher  
                                                  Av João Pessoa, 2050                                                               

                     



                                 Farroupilha - Porto Alegre RS -
                                 CEP: 90040-001

  Telefones:                   
        
  (51)3217-6938

  (51) 3288-2171
  (51) 3288-2173
Sites:www.policiacivil.rs.gov.br





RS: enterrada mulher morta por ex-marido em Guaíba




Terça-feira, 21 de junho de 2011

Porém com todos estes recursos legais em prol da segurança da mulher, ela continua sendo uma vítima constante, Porque?  Será que desconhecem seus direitos? Ou será que o sistema não é eficaz e seguro?Ou será que diante o fato de ela estar sofrendo alguma violência seguido de represália, a uma desmotivação  e um receio de desamparo pós-acontecimento? Por algum motivo, a cada dia vem acontecendo novas tragédias, sistematicamente sendo de mesma ocorrência e de natureza banal, levando a mulher a não acreditar naquilo que lhe é de direito, e o agressor a não temer a lei, pois não é aplicada de forma implacável.




 






Os corpos de Luciane Rodrigues de Souza, de 28 anos, e do ex-marido dela Cleomar da Silva, de 36 anos, foram sepultados nesta terça-feira num cemitério em Guaíba, na Região Metropolitana de Porto Alegre. O enterro aconteceu um dia depois do trágico desfecho para o segundo caso de cárcere privado, em pouco mais de um ano no Rio Grande do Sul. Cleomar manteve a ex-mulher refém por 16 horas.
                                

Durante o velório, familiares e amigos de Luciana ainda estavam inconformados. Uma determinação da Justiça proibia o ex-companheiro dela de se aproximar da jovem.
A polícia reconhece que falta efetivo para garantir que as mulheres vítimas de violência fiquem longe dos agressores.


                                                              

domingo, 19 de junho de 2011

The Beatles - Let it be (1970) Vídeo e letra...






Let It Be Poster



Quando eu me encontro em momentos de dificuldade

Mãe Maria vem a mim
Falando palavras de sabedoria, deixa estar.
E na minha hora de escuridão
Ela está em pé bem na minha frente
Falando palavras de sabedoria, deixa estar.
Deixe estar, deixe estar.
Sussurrando palavras de sabedoria, deixa estar.

E quando o povo com o coração partido
Vivendo no mundo concordarem,
Haverá uma resposta, deixa estar.
Pois embora possam estar separados há
Ainda uma chance que eles vão ver
Haverá uma resposta, deixa estar.
Deixe estar, deixe estar. Sim
Haverá uma resposta, deixa estar.

E quando a noite está nublada,
Há ainda uma luz que brilha em mim,
Brilhe até amanhã, deixe estar.
Eu acordei ao som da música
Mãe Maria vem a mim
Falando palavras de sabedoria, deixa estar.
Deixe estar, deixe estar.
Haverá uma resposta, deixa estar.
Deixe estar, deixe estar,
Sussurrando palavras de sabedoria, deixa estar.

LETRA ORIGINAL
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When I find myself in times of trouble
Mother Mary comes to me
Speaking words of wisdom, let it be.
And in my hour of darkness
She is standing right in front of me
Speaking words of wisdom, let it be.

Let it be, let it be.
Whisper words of wisdom, let it be.

And when the broken hearted people
Living in the world agree,
There will be an answer, let it be.
For though they may be parted there is
Still a chance that they will see
There will be an answer, let it be.
Let it be, let it be. Yeah
There will be an answer, let it be.

And when the night is cloudy,
There is still a light that shines on me,
Shine on until tomorrow, let it be.
I wake up to the sound of music
Mother Mary comes to me
Speaking words of wisdom, let it be.
Let it be, let it be.
There will be an answer, let it be.
Let it be, let it be,
Whisper words of wisdom, let it be.




sábado, 18 de junho de 2011

O que Aprendi...


“ Aprendi que eu não posso exigir o amor de ninguém. 
Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim e Ter paciência, para que a vida faça o resto.
Aprendi que não importa o quanto certas coisas sejam importantes para mim, tem gente que não dá a mínima e eu jamais conseguirei convencê-las.
Aprendi que posso passar anos construindo uma verdade e destruí-la em apenas alguns segundos.
Que posso usar o meu charme por apenas 15 minutos, depois disso, preciso saber do que estou falando.
Eu aprendi...Que posso fazer algo em um minuto e ter que responder por isso o resto da vida.
Que por mais que se corte uma pão em fatias, esse pão continua tendo duas faces, e o mesmo vale para tudo o que cortamos em nosso caminho.
Aprendi... Que vai demorar muito para me transformar na pessoa que quero ser, e devo ter paciência.
Mas, aprendi também que posso ir além dos limites que eu próprio coloquei.
Aprendi que preciso escolher entre controlar meus pensamentos ou ser controlado por eles.
Que os heróis são pessoas que fazem o que acham que devem fazer naquele momento, independentemente do medo que sente.
Aprendi que perdoar exige muita prática.
Que há muita gente que gosta de mim, mas não consegue expressar isso.
Aprendi... Que nos momentos mais difíceis, a ajuda veio justamente daquela pessoa que eu achava que iria tentar piorar as coisas.
Aprendi que posso ficar furioso, tenho o direito de me irritar, mas não tenho o direito de ser cruel.
Que jamais posso dizer a uma criança que seus sonhos são impossíveis, pois seria uma tragédia para o mundo se eu conseguisse convencê-la disso.
Eu aprendi que meu melhor amigo vai me machucar de vez em quando, e que eu tenho que me acostumar com isso.
Que não é o bastante ser perdoado pelos outros, eu preciso me perdoar primeiro.
Aprendi que, não importa o quanto meu coração esteja sofrendo, o mundo não vai parar por causa disso.
Eu aprendi... Que as circunstâncias de minha infância são responsáveis pelo que eu sou, mas não pelas escolhas que eu faço quando adulto;
Aprendi que numa briga preciso escolher de que lado eu estou, mesmo quando não quero me envolver.
Que, quando duas pessoas discutem, não significa que elas se odeiem; e quando duas pessoas não discutem não significa que elas se amem.
Aprendi que por mais que eu queira proteger os meus filhos, eles vão se machucar e eu também. Isso faz parte da vida.
Aprendi que a minha existência pode mudar para sempre, em poucas horas, por causa de gente que eu nunca vi antes.
Aprendi também que diplomas na parede não me fazem mais respeitável ou mais sábio.
Aprendi que as palavras de amor perdem o sentido, quando usadas sem critério.
E que amigos não são apenas para guardar no fundo do peito, mas para mostrar que são amigos.
Aprendi que certas pessoas vão embora da nossa vida de qualquer maneira, mesmo que desejemos retê-las para sempre.
Aprendi, afinal, que é difícil traçar uma linha entre ser gentil, não ferir as pessoas, e saber lutar pelas coisas em que acredito.”
William Shakespeare

sexta-feira, 17 de junho de 2011

ÍNDICES FINANCEIROS BRASILEIROS:

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05.07.2011
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Caixa Econômica Federal
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12.07.2011
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08.07.2011
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IBGE
Dez/1991 - Mai/2011
30.06.2011
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Mai/2006 - Mai/2010
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