terça-feira, 25 de outubro de 2011

PENALIDADES PARA A VIOLÊNCIA NO BRASIL





 Expressando minha opinião sobre a população brasileira e a violência, penso que, novas regras seriam necessárias, afim de minimizar atos de crueldade, e  injustiças investidas sobre inocentes e vulneráveis, 
que de alguma forma, mesmo com o amparo das leis, se sentem impotentes diante a inexprecividade das ações

processuais vislumbradas de ante-mão pelas próprias vítimas.

 Para a iniciação primária de um debate, que deverá se aprofundar ao longo das necessidades e do amadurecimento das idéias, seria vital propor alguns temas fundamentais a segurança e o bem estar da humanidade.

 Copiar alguns modelos de outros países seria coerente, como: o "Controle de Natalidade",uma prática que beneficiaria a população, diminuindo as dificuldades dos mais desprovidos, neste caso os Pais
minimizando os freqüentes abandonos de recém nascidos e o sofrimento de crianças, em relação "a falta de tudo"que obviamente acarretará à partir da revolta e a desilusão,  uma involuntária baixo- estima.

 Dia 25 de outubro, uma terça feira de 2011, uma matéria da rede globo, apresentada em um programa matinal, estimulava, no meu entender, a "PENA DE MORTE" no Brasil, fazendo um alerta aos políticos e a sociedade, sobre o aumento da violência, que foi mostrada de todas as formas através de vídeos, isso me fez refletir sobre este tema tão polêmico, a violência. Mas qual seria o tema principal, a violência ou a pena a aplicar? Depende do ponto de vista pessoal! Eu particularmente acho que estamos em grande número neste mundo, e que qualquer erro poderia ser desumano, tendo em vista que o Brasil vive um regime sócio- democrático, e que os direitos humanos estão em evidência e a disposição do cidadão, sem mencionar as culturas religiosas que nos fizeram acreditar que "Deus existe", e que em hipótese alguma, teríamos o direito de matar, sem que isso fosse uma ato de crueldade e uma iniciativa desumana.

 Por isso, meu apelo é que se busque alternativas eficazes  e coerentes em relação ao comportamento humano, e as regras que nós próprios criamos, tendo a completa sensibilidade no inicio dos debates, para que não rumemos equivocadamente, e com o receio e os prejuízos de ter que retroceder.

Um comentário:

  1. Concordo plenamente,não temos o direito de tirar a vida, essa lei não compete a nós...

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